Sobre

Cruzados da Co-Redentora visa seguir o exemplo de Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995), isto é, sua devoção Mariana, sua luta, seus métodos.

  • Objetivos

Disponibilizar as transcrições dos áudios nos diversos canais (principal, reserva, gloria.tv) que continuam o trabalho de edição feito pelo antigo canal “Reino da Virgem Maria” (2013-2017), conforme dito na página introdução aos canais.

Publicar exclusivamente os escritos de Plinio Corrêa de Oliveira, principalmente aqueles relacionados com os temas dos áudios.

Ser facilmente navegável para quem trava primeiro contato com a obra de Plinio Corrêa de Oliveira, principalmente através de tags, menus, etc.

  • Missão

Há muito tempo vivemos uma revolução Moral, isto é, a 4a Revolução identificada por Plinio Corrêa de Oliveira. Tribalista, quando se verifica claramente o repúdio à Moral, com práticas que lembram o modo selvagem de alguns índios antigos como o despudor, aborto, promiscuidade, infanticídio, pensamento selvagem ou ojeriza a tudo que é raciocinado, pentecostalismo análogo aos pajés, etc. Dessa Revolução, que é neo-pagã, surgem diversos ataques à instituição da família e à Doutrina Católica.

Portanto, a Cruzada da Co-Redentora, com a graça dEla, a isto tudo se opõe, com as diversas iniciativas que forem sendo elencadas neste site, instigando também as práticas urgentes ao católico de hoje: o rosário diário, a escravidão a Nossa Senhora conforme São Luís Maria Grignion de Montfort, devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria.

  • Inspiração

Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995). advogado, homem de ação, devoto do rosário diário, desde jovem consagrou sua vida pela Igreja, para defendê-La como um Cruzado moderno. Logo após o seu falecimento, foi escrita uma biografia por um historiador italiano, prefaciada pelo então Cardeal Stickler, com o título de “O Cruzado do Século XX”, o que bem define este varão católico.

O nome “Cruciferos”, ou “Cruziferos”, parece ser o equivalente em espanhol do nome “Crocesignati”, usado primordialmente em um dos canais. Posteriormente, ele foi trocado por causa de sua difícil pronúncia. Origina em uma confraria Medieval que recebeu indulgências por meio de bulas Papais por servir aos inquisidores. Alguns documentos mostram que ajudaram também nas cruzadas. Esses servidores do Santo Ofício (no século XX já com o nome de Congregação para Doutrina da Fé), possuíam a insígnia da cruz do Tau como distinção própria. Era formado por leigos.

Contato: Pedro P. Figueiredo, na página contato