Posição da TFP sobre a missa nova, e o estudo de A. Xavier da Silveira – Plinio Corrêa de Oliveira

https://gloria.tv/post/91ApuSaJV9Be6bS3CnRyzHHGF

22-6-1984 CCEE

TRANSCRIÇÃO: https://cruciferos.wordpress.com/2019/07/20/posicao-da-tfp-sobre-a-missa-nova-e-o-estudo-de-a-xavier-da-silveira-plinio-correa-de-oliveira

Posição da TFP sobre a missa nova, a relação com Dom Arns, e o estudo de Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira. Dr. Paulo Britto, diretor do Mensário Catolicismo até 2018, também formou a comissão.

Livro citado de Arnaldo V. Xavier da Silveira:
https://www.traditioninaction.org/Questions/WebSources/B_612_AX-Port.pdf

Mais sobre esse tema: https://cruciferos.wordpress.com/2020/06/10/o-direito-de-saber-plinio-correa-de-oliveira-folha-de-s-paulo-25-01-1970/

História de Dr. Plinio e a missa nova: http://www.oprincipedoscruzados.com.br/2015/01/drplinio-profetico-contra-as-inovacoes.html

Áudio editado SEM GRITINHO JOANISTA, COMO TUDO NO CANAL.

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Para palavras desconhecidas, ver glossário https://cruciferos.wordpress.com/glossario/

Significado das Siglas https://cruciferos.wordpress.com/significado-das-siglas-das-fontes/

Santa Bibiana, rogai por nós!

***

Então aqui tem uma pergunta:

“Diante da crise post-Conciliar, como um verdadeiro católico deve ser? E quais devem ser seus sentimentos pelo fato de a verdadeira missa tradicional, o culto mais sagrado de nossa religião, instituído pelo próprio Deus, já não é o mais oficialmente celebrado em nenhuma diocese do mundo”?

A razão é de uma tristeza enorme. Ela motiva um ato de reparação permanente diante de Deus Nosso Senhor, diante de Nossa Senhora pelo que ocorre. Mas é preciso não ficar nisto. É preciso nós nos empenharmos em assistir a missa do ordo de São Pio V, a missa como ela deve ser. Esta é a posição que nós tomamos. É a posição que eu tive a ocasião, com o devido respeito, de levar ao conhecimento do meu arcebispo, que é o cardeal Arns, que era a posição não oficial da TFP, porque a TFP pelos estatutos não entra nisso, mas era a posição pessoal da totalidade dos membros da TFP. E ele ouviu isto com muita cordura, com muita gentileza, eu dei a ele um estudo sobre a missa que foi feito por uma pessoa que pertencia à TFP, eu dei a ele um estudo sobre a missa para ele, e pedi a ele um diálogo com a Sagrada Hierarquia a respeito do assunto.

Ele muito amavelmente declarou que ele concederia o diálogo e a comissão se constituiu. Dessa comissão fizeram parte o autor desse estudo, o Dr. Paulo Brito que está aqui presente, o diretor do Catolicismo, e, do lado da cúria 3 sacerdotes. Essa comissão reuniu-se na sede do Reino de Maria, umas duas ou três vezes, não me lembro bem. Ao cabo de algum tempo a comissão não se reuniu mais. E nós sabemos porque não se reuniu. Era um justo motivo: É que dos três membros da comissão, 2 eram sacerdotes que se casaram. E eu não tive coragem de tocar no assunto tão desagradável escrevendo ao arcebispo. Fiquei na espera de que ele tomasse a iniciativa de completar a comissão e de continuar o diálogo. Ele não completou, não me movi. O fato concreto é que a comissão não se reuniu mais. Mas nossa atitude é conhecida dele, não é uma atitude clandestina, não é uma atitude inconfessada, é uma atitude conhecida dele.

Quando, anos depois, eu sofri – eu depois não o vi mais – quando anos depois eu sofri o desastre de automóvel cujos efeitos os senhores constatam quando me vêem andar, quando eu sofri esse desastre de automóvel, uma das primeiras visitas que eu recebi no hospital foi do cardeal Arns.

As mais fundas divergências existem entre nós, é evidente. Mas é com esta cortesia e com esta elevação de vistas que ele tem conduzido as relações dele, no que diz respeito a mim. E, ao mesmo tempo que eu afirmo, portanto, esse desacordo, eu cumpro um dever mostrando qual é a linha que ele tem seguido nesse ponto.

Agora, além disso, alguma coisa?

Sim. Sempre que é possível, procuramos persuadir alguém de assistir a missa segundo o ordo, etc., etc., porque é obrigação do católico, individualmente, fazer apostolado. É o que nós podemos fazer no momento. Se pudermos fazer mais alguma coisa, fa-lo-emos, dentro de nossa finalidade e de nossos estatutos, com entusiasmo. Como católicos, individualmente, com entusiasmo. No momento são as tais limitações, não temos outra coisa para fazer. Fazer o quê? Não temos outra coisa para fazer.